Demorei muuuuuuuuito pra finalmente falar sobre Pokémon Go, mas finalmente resolvi. Não vou dar dicas de jogo, nem nada parecido, só vou falar mesmo o quanto eu estou feliz por isso existir.
Eu não lembro muita coisa da minha infância, principalmente do que é chamado de primeira e segunda infância (de 0 a 3, e então de 3 a 6), mas das memórias que tenho, grande parte delas envolve Pokémon.
Quando Pokémon estreou no Brasil eu tinha 5 anos e, obviamente não sei quando exatamente foi, mas sei que foi em 1999. Eu estudava de tarde, de 13h até 17h30, e lembro que ele passava no Cartoon Network às 17h, então eu não podia ver. Entretanto o mesmo episódio repetia às 22h, aí eu fazia questão de assistir. Brigava com tudo e com todos, permanecia acordada, justamente pra poder assistir.
Justamente nesse ano meu avô morreu, e não sei se por sermos muito próximos ou por ser meu primeiro contato com a morte (no caso a primeira vez que um ente querido morreu), passei a frequentar uma psicóloga. Meus tios e minha avó reclamavam com ela e tentavam fazer com que ela me convencesse a dormir mais cedo, mas eu nunca cedi. Tenho uma lembrança bem nítida minha dizendo: “tá bom, eu vou dormir, mas assim que acabar Pokémon”.
Naquela época eu tinha um bichinho de pelúcia de no máximo uns 20 cm do Pikachu, que eu amava. Eu também sempre tive muitos bichinhos de pelúcia, mesmo que eu sempre tivesse sido muito alérgica (eles não ficavam necessariamente no meu quarto, eu só os tinha mesmo), então eu arrumava uma mochila e colocava vários dentro dela, encaixava o Pikachu no meu ombro, colocava um boné e saía na minha jornada, caminhando pelo lote e pela casa da minha avó.
Eu tenho um primo quatro anos mais velho, e quando lançou o álbum de figurinhas de Pokémon, claro que ele tinha. Não sei porque eu não pude ter, mas por anos eu quis fazer vários álbuns e nunca me deixaram – o primeiro álbum que fui fazer foi aos 11 anos, o de Harry Potter e o Cálice de Fogo. Por algum motivo que também não sei, ele tinha dois: um completo e um incompleto, e eu fiquei tããão feliz quando ele me deu o incompleto! Quando ele me deu o álbum nem mesmo vendiam mais as figurinhas e eu não poderia completar, mas mesmo assim eu fiquei feliz. Acho que eu ainda tenho o álbum (os meus de Harry Potter eu ainda tenho, haha).
Uma vez meu tio me deu um pôster que vinha com um CD com músicas de Pokémon. Nesse dia meu primo estava na minha casa e, assim que meu tio me entregou o pacote, meu primo encostou no ombro da mãe dele e começou a chorar HUAHUAHAUHA eu fiquei completamente confusa com a cena, massssssssssss... não tinha nada que eu pudesse fazer. Na época ele era extremamente mimado (e depois disso a mãe dele foi comprar pra ele também).
Eu lembro até hoje das músicas. Tinha dois CDs: um que foi vendido na banca e um que era vendido nas Lojas Americanas. O das Lojas Americanas eu só fui ter muito tempo depois, e o da banca só vinha quatro músicas: O Tema de Pokémon, Para Ser Um Mestre, Canção da Misty e PokéRAP. Eu escutava essas músicas TODOS OS DIAS. O TEMPO TODO. Sabia tudo de cor. O Tema eu nunca esqueci, e quando Pokémon Go lançou oficialmente aqui no Brasil eu me peguei sem parar cantarolando Para Ser Um Mestre e fiquei chocada que ainda sabia a letra. A Canção da Misty eu não lembro muito bem, mas acho que se ouvir de novo eu posso até cantar, quem sabe? Eu fico de cara como esse tipo de coisa ficou, enraizou em mim, enquanto matemática... Parei, haha.
Quando começou a se falar sobre Pokémon Go e, principalmente, quando foi lançado aqui, foi maravilhoso. Não vou mentir que não estou decepcionada de ainda ser nível 12 e de ainda não ter conseguido capturar nem o Squirtle e nem o Charmander (o Squirte já fugiu da PokéBola duas vezes, fala sério), mas eu ainda tô tão animada. Eu ainda fico querendo sair, explorar, pegar tudo de maneira honesta haha. Me deu ânimo pra sair, de ficar fora de casa.
“Eu quero ser o único que pode aguentar,
O teste de ser o melhor,
Manter o pique, empenhar,
Ser o mestre...”
Ainda vou realizar o sonho de ser uma Mestre Pokémon ♥.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
The Yorkie Chronicles: 6 meses de Ziva
Esquilo doido continua doido.
Ela é uma cachorrinha muito engraçada, mas é de partir o coração vê-la tentando brincar com a Mia, que está com a barriguinha tão grande que mal aguenta andar. Os filhotes vão nascer em breve.
Voltei de viagem hoje e morri de saudades dos meus bebês ♥.
Ela é uma cachorrinha muito engraçada, mas é de partir o coração vê-la tentando brincar com a Mia, que está com a barriguinha tão grande que mal aguenta andar. Os filhotes vão nascer em breve.
A parceria continua no Ying-Yang canino.
Curiosa dentro da máquina (mas só desligada!)
Voltei de viagem hoje e morri de saudades dos meus bebês ♥.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
The Yorkie Chronicles: 5 meses de Ziva
O pelo da Ziva estava ficando muito grande, então resolvemos cortá-lo. Como ela ainda não tomou todas as vacinas e também por medo de traumatizá-la, fizemos em casa. Precisamos de três pessoas pra segurar uma tripinha de cachorro. Eu segurando as pernas, minha tia os braços e a cabeça, enquanto o marido dela cortava os pelos e ainda segurava ocasionalmente também.
Então ela passou de:
E essa é a história de como a Ziva virou o nosso "esquilo doido", haha. E mais: Ziva será irmã mais velha. Não era pra acontecer agora, nós não queríamos que a Mia tivesse filhotes duas vezes seguidas, mas não levamos o Jake pra casa da minha avó a tempo e... Aconteceu. Os irmãozinhos da Ziva devem nascer no fim de dezembro.
Então ela passou de:
Um ursinho...
Para um esquilinho.
E essa é a história de como a Ziva virou o nosso "esquilo doido", haha. E mais: Ziva será irmã mais velha. Não era pra acontecer agora, nós não queríamos que a Mia tivesse filhotes duas vezes seguidas, mas não levamos o Jake pra casa da minha avó a tempo e... Aconteceu. Os irmãozinhos da Ziva devem nascer no fim de dezembro.
domingo, 11 de outubro de 2015
The Yorkie Chronicles: 4 meses de Ziva
O pelo da Ziva tem crescido muito e em breve teremos que cortar. Já dá pra perceber que o pelo da cabeça está clareando, então quando cortarmos ela já vai ter aparência de adulto...
Às vezes ela sai pelo lote e simplesmente some no meio do mato, e o lugar preferido dela é ali, haha.
Hoje, além da Ziva completar 11 meses, é também o aniversário de 77 anos da minha avó. Feliz aniversário, minha querida mãe-vó ♥.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
The Yorkie Chronicles: 3 meses de Ziva
Ziva cresce e fica cada vez mais fofa. O jeito que ela corre é muito engraçado, principalmente quando ela dá uns piques e corre a toda velocidade.
Ela e a Mia também são muito próximas. Brincam o tempo todo e dormem juntinhas. Minha tia disse que nunca viu uma relação assim entre mãe e filha em cadelas.
Mamãe e bebê.
Ela e a Mia também são muito próximas. Brincam o tempo todo e dormem juntinhas. Minha tia disse que nunca viu uma relação assim entre mãe e filha em cadelas.
♥
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Tempo perdido que nunca vai voltar
Paro pra pensar em quanto tempo não te vejo e às vezes parece pouco, às vezes parece muito. Na minha memória você ainda é uma criança de 7 anos ainda aprendendo a ler e a escrever, que ainda fala inúmeras bobagens que me divertiam e eventualmente irritavam também. Penso no quanto eu perdi também. Penso bastante nisso, pra falar a verdade. Apesar de não vê-lo há tanto tempo, tive a oportunidade de conversar com você uma vez há pelo menos dois anos, e céus, como você parecia mudado! Você me contou sobre sua paixão por Minecraft e ficou horrorizado quando eu disse que não sabia muito sobre porque achava meio bobo. “Bobo?”, você exclamava, ultrajado, e eu ria. Me contou sobre uma série no YouTube sobre Pokémon feita no Minecraft e que eu prometi que assistiria, mas que vergonhosamente ainda se encontra na minha aba de favoritos, intocada. Sinto muito por isso... Mas não é como se você fosse saber que eu não vi mesmo.
Hoje você completa 12 anos.
E eu sinto sua falta.
Feliz aniversário, meu irmão.
Hoje você completa 12 anos.
E eu sinto sua falta.
Feliz aniversário, meu irmão.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Peeta Mellark e a masculinidade não convencional
Título bem grande, mas sou péssima em fazê-los... Esse post tem, de certa forma, função dupla: vou comentar um pouco sobre como as pessoas julgam o Peeta por alguns motivos e depois sobre a masculinidade não convencional retratada nos livros v e, de certa forma, não consigo deixar de pensar que NÃO estejam relacionadas.
Atenção, se você não leu A Esperança/Mockingjay, ou está esperando a conclusão do filme em novembro, não leia abaixo, pois contém spoilers. Isto é, se você liga pra isso, claro.
Atenção, se você não leu A Esperança/Mockingjay, ou está esperando a conclusão do filme em novembro, não leia abaixo, pois contém spoilers. Isto é, se você liga pra isso, claro.
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
The Yorkie Chronicles: 2 meses de Ziva
Dois meses me surpreendendo com uma cadelinha louca. Não sei se cheguei a comentar em algum post antes, mas o Jake não gosta da filha. Bom, pra ele não passa de um outro cachorro enchendo o saco, e eu acho até compreensível tendo em vista o tanto que ele demorou a acostumar com a Mia. Pelo menos com a filha ele não fica escondido pelos cantos. Com ela pelo menos deu pra ele acostumar com a ideia antes dela começar a andar por aí.
Esse é o máximo que ele deixa a Ziva chegar perto. Aliás, “deixa” mais ou menos, porque ele acha ruim. Um dos meus passatempos atuais preferidos é ficar observando a Mia e a Ziva – mãe e filha – porque as duas brincando é a coisa mais fofa do mundo. E as duas brincam muito. E o tempo todo. Quando a Ziva não está dormindo, ela tá caçando alguma confusão com a mãe.
No meu facebook, que é aberto, acredito eu, tem um vídeo (bem ruim, porém válido) das duas brincando. Para ver, clique aqui.
E em comemoração dos dois meses de idade, nós a deixamos andar no mato pela primeira vez e ela ficou doidona hauhauha. Coloquei o vídeo no instagram, se quiser ver, clique aqui! :D
Esse é o máximo que ele deixa a Ziva chegar perto. Aliás, “deixa” mais ou menos, porque ele acha ruim. Um dos meus passatempos atuais preferidos é ficar observando a Mia e a Ziva – mãe e filha – porque as duas brincando é a coisa mais fofa do mundo. E as duas brincam muito. E o tempo todo. Quando a Ziva não está dormindo, ela tá caçando alguma confusão com a mãe.
No meu facebook, que é aberto, acredito eu, tem um vídeo (bem ruim, porém válido) das duas brincando. Para ver, clique aqui.
E em comemoração dos dois meses de idade, nós a deixamos andar no mato pela primeira vez e ela ficou doidona hauhauha. Coloquei o vídeo no instagram, se quiser ver, clique aqui! :D
sábado, 11 de julho de 2015
The Yorkie Chronicles: 1 mês de Ziva
Sou boboca e todo dia 11 do mês até não sei que idade vou postar sobre a bebê. Resolvi fazer isso porque assim consigo documentar direitinho o desenvolvimento dela, depois posso comparar quanto ela mudou.
Ela é incrivelmente precoce em questão de desenvolvimento. Já anda pra todo lado e em breve vamos começar a introduzir papinha, porque já está quase na hora de desmamar, apesar de que não vamos separá-la da Mia e forçá-la a parar de mamar, até porque né, vamos ficar com ela. E ela mama muito! E com uma ferocidade incrível, haha. ♥
Ela é incrivelmente precoce em questão de desenvolvimento. Já anda pra todo lado e em breve vamos começar a introduzir papinha, porque já está quase na hora de desmamar, apesar de que não vamos separá-la da Mia e forçá-la a parar de mamar, até porque né, vamos ficar com ela. E ela mama muito! E com uma ferocidade incrível, haha. ♥
sexta-feira, 19 de junho de 2015
The Yorkie Chronicles: Ziva!
Levamos quase uma semana para decidir o nome da bebê. Havíamos pensado em Ellie, Francesca (Frankie) – porque minha avó insistia em Francisca –, entre alguns outros que não me vem em mente agora, até que pensamos então em um programa de TV que todos gostamos: NCIS. Ziva David é absolutamente a personagem favorita de todos, então... Porque não? Então, vos apresento...
Foi – e está sendo – necessário muito esforço e luta da minha parte para mantê-la conosco, mas estou irredutível, Vou ficar com ela custe o que custar.
Apesar de ter nascido completamente pretinha (com exceção de uma manchinha branca no peito igual ao pai), agora ela começa a apresentar as características de yorkshire, as partes marronzinhas nas patinhas e focinho. E como só tem ela para mamar, está ficando uma bolinha cada vez maior. ♥
Ziva!
Foi – e está sendo – necessário muito esforço e luta da minha parte para mantê-la conosco, mas estou irredutível, Vou ficar com ela custe o que custar.
Apesar de ter nascido completamente pretinha (com exceção de uma manchinha branca no peito igual ao pai), agora ela começa a apresentar as características de yorkshire, as partes marronzinhas nas patinhas e focinho. E como só tem ela para mamar, está ficando uma bolinha cada vez maior. ♥
sexta-feira, 12 de junho de 2015
The Yorkie Chronicles: Vovó eu sou
Eis que chego com uma surpresa: acabo de me tornar avó.
Ontem, dia 11 de junho de 2015, às 22:30 e véspera do dia dos namorados, Mia deu à luz a um bebê saudável de... er, alguns gramas e alguns centímetros.
Não fizemos nenhum alarde em relação a “gravidez” dela por medo. Eu tive muito, pelo menos. A Mia é muito pequena, e eu tive muito medo dela não conseguir aguentar os filhotes, não conseguisse dar à luz e tivesse que fazer cesárea (e não aguentasse a anestesia). A princípio não pensamos que estivesse prenhe mesmo. Suspeitávamos, mas não tínhamos certeza, então só esperávamos que desse tudo certo.
Consegui convencer o meu tio a agendar um ultrassom para saber quantos bebês tinham e para ter uma ideia de quando nasceriam, afinal estávamos completamente no escuro. A esta altura eu já tinha certeza que vinha bebê por aí porque eu o sentia mexer na barriguinha da Mia. Ao fazer o ultrassom descobrimos que seria apenas um bebê (como eu suspeitava, afinal eu só sentia movimento em um lado da barriga) e que pelo tamanho da cabeça, já estava próximo de nascer, com aproximadamente 56 dias! Tendo isso em mente, pensei que o bebê demoraria mais a nascer, pois um fator que determina muito a hora do nascimento é falta de espaço, e era algo que não faltava... Entretanto, dois dias depois, aos 58 dias de gestação aproximadamente, Mia entrou em trabalho de parto.
Não tenho certeza de quando exatamente ela começou a ficar com a respiração ofegante, inquieta e começou a construir o ninho – teria sido a partir das 18h? 20h? Não lembro! –, mas assim que o bebê começou a sair, o parto durou menos de dois minutos. Talvez não tenha durado nem ao menos um minuto.
Tive muito medo de eu ter que abrir a placenta, retirar o bebê, cortar o cordão umbilical, secá-lo... mas a Mia fez tudo sozinha. Eu fiquei encantada. Isto é: ela fez tudo, menos cortar o cordão. Não sei se ela o faria se tivesse mais tempo, mas, para minha sorte e alívio, também não fui eu quem teve que fazer, mas meu tio. A Mia comeu a placenta e lambeu o bebê todinho, limpando-o. E eu? Eu tive uma crise histérica de riso.
Foi ao cortar o cordão que meu tio descobriu que sou vovó de uma menininha perfeita. Minha netinha, filha do Jake e da Mia. Um beijo pra todos que pensaram que o Jake não conseguiria, haha.
Ontem, dia 11 de junho de 2015, às 22:30 e véspera do dia dos namorados, Mia deu à luz a um bebê saudável de... er, alguns gramas e alguns centímetros.
Não fizemos nenhum alarde em relação a “gravidez” dela por medo. Eu tive muito, pelo menos. A Mia é muito pequena, e eu tive muito medo dela não conseguir aguentar os filhotes, não conseguisse dar à luz e tivesse que fazer cesárea (e não aguentasse a anestesia). A princípio não pensamos que estivesse prenhe mesmo. Suspeitávamos, mas não tínhamos certeza, então só esperávamos que desse tudo certo.
Consegui convencer o meu tio a agendar um ultrassom para saber quantos bebês tinham e para ter uma ideia de quando nasceriam, afinal estávamos completamente no escuro. A esta altura eu já tinha certeza que vinha bebê por aí porque eu o sentia mexer na barriguinha da Mia. Ao fazer o ultrassom descobrimos que seria apenas um bebê (como eu suspeitava, afinal eu só sentia movimento em um lado da barriga) e que pelo tamanho da cabeça, já estava próximo de nascer, com aproximadamente 56 dias! Tendo isso em mente, pensei que o bebê demoraria mais a nascer, pois um fator que determina muito a hora do nascimento é falta de espaço, e era algo que não faltava... Entretanto, dois dias depois, aos 58 dias de gestação aproximadamente, Mia entrou em trabalho de parto.
Não tenho certeza de quando exatamente ela começou a ficar com a respiração ofegante, inquieta e começou a construir o ninho – teria sido a partir das 18h? 20h? Não lembro! –, mas assim que o bebê começou a sair, o parto durou menos de dois minutos. Talvez não tenha durado nem ao menos um minuto.
Tive muito medo de eu ter que abrir a placenta, retirar o bebê, cortar o cordão umbilical, secá-lo... mas a Mia fez tudo sozinha. Eu fiquei encantada. Isto é: ela fez tudo, menos cortar o cordão. Não sei se ela o faria se tivesse mais tempo, mas, para minha sorte e alívio, também não fui eu quem teve que fazer, mas meu tio. A Mia comeu a placenta e lambeu o bebê todinho, limpando-o. E eu? Eu tive uma crise histérica de riso.
Foi ao cortar o cordão que meu tio descobriu que sou vovó de uma menininha perfeita. Minha netinha, filha do Jake e da Mia. Um beijo pra todos que pensaram que o Jake não conseguiria, haha.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Literário Expresso 6
Pegue o livro mais próximo e siga as seguintes instruções:
• Abra na página 181;
• Procure a 5ª frase completa;
• Não escolha a melhor frase ou o melhor livro;
• Poste o trecho.
• Abra na página 181;
• Procure a 5ª frase completa;
• Não escolha a melhor frase ou o melhor livro;
• Poste o trecho.
“– Direi à Senhora Webber o que você disse, sobre o preço de sangue, mas...” – “O Cavaleiro dos Sete Reinos (A Espada Juramentada)”, George R. R. Martin.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Você vem, você vem para a árvore?
Maravilhoso. Incrível. Extraordinário. Perfeito. Estupendo. Abracadabrante! “A Esperança – Parte 1”, ou Mockingjay, como eu prefiro, foi simplesmente de tirar o fôlego. Não sou lá uma das pessoas mais parciais quando se trata de Jogos Vorazes, então não espere isso agora, hauhauha. Entretanto, vou apontar o que gostei e as raras partes que não curti muito, o que acho que faltou e o que eu acho que ficou demais.
Se você não gosta de Jogos Vorazes, não prossiga. Se você ainda não assistiu o novo filme da franquia, não prossiga. Este post conterá muitos, MUITOS spoilers, não só do filme quanto do livro, então não diga que eu não avisei! Então se você continuar é por sua conta. ;) SPOILERS ADIANTE!
Me diz, você vem para a árvore?
Se você não gosta de Jogos Vorazes, não prossiga. Se você ainda não assistiu o novo filme da franquia, não prossiga. Este post conterá muitos, MUITOS spoilers, não só do filme quanto do livro, então não diga que eu não avisei! Então se você continuar é por sua conta. ;) SPOILERS ADIANTE!
Me diz, você vem para a árvore?
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domingo, 26 de outubro de 2014
Unromantic
Há semanas eu não pegava meu iPod e fazia uma das coisas que mais amo, que mais me deixam feliz: ouvir música (e cantar!) enquanto balanço o mais alto que conseguir na rede.
Me sinto livre. Desde criança essa sempre foi uma das minhas maiores alegrias, eu, meu discman e algum CD de Sandy &; Junior ou Backstreet Boys! Haha.
Enquanto cantava, me percebi um pouco deslocada ao cantar canções românticas, porque... Eu não tenho ninguém pra dedicar. Bom, vou tentar explicar melhor porque eu definitivamente não estou reclamando de falta de namorado. Eu cantava e, depois de perceber o meu desconforto, pude ver que cada música romântica que aparecia minha mente inconscientemente escaneava meu cérebro em busca de alguém pra visualizar. Isso foi esquisito. Mas como fiquei de explicar e não expliquei, o que venho tentando dizer é que é estranho não gostar de alguém. Uma vez li que a pessoa do signo de peixes precisa estar constantemente apaixonado - não necessariamente em um relacionamento, apenas apaixonado - e acho que posso dizer sim que é verdade. Alguns anos atrás estive apaixonada por um garoto que era um ano adiantado a mim na escola, e apesar de não ter sido recíproco, foi uma época deliciosa. Houve sofrimento, sim, como quando eu caía em mim que ele não gostava de mim e a possibilidade disso acontecer era basicamente nula, mas no resto do tempo era bom. Era bom, sabe? Agora mais uma vez me encontro vazia a não ser com todo o cansaço e raiva que existem constantemente em mim, me sentindo melhor cantando músicas como The Phoenix, Tonight The World Dies, entre outras, e sendo muito passional quanto à isso porque exigem apenas o ódio e a tristeza em mim enraizados.
Tá bom, minto. Talvez eu não possa dizer realmente que não há ninguém em minha mente, mas como posso fazer isso sem soar pancada? Digo, acho que é de conhecimento geral que tenho uma queda imensa por um certo ator romeno. Massssssssssss acho que isso não conta, não. Mas sabe, odeio gostar dele assim. Acho que posso assinar meu certificado de doida, haha. Ai, quão inconveniente... Seb, porque não continuastes na Romênia? ):
sábado, 20 de setembro de 2014
Livro de criança?
"Quando as pessoas dizem que esses livros são para crianças, como se para rebaixá-los, eu fico contrariada. Esses livros lidaram com temas que adultos não compreendem completamente ou desejam compreender. Lidou com racismo, classismo, sexismo, homofobia, preconceito, e com ignorância em geral. Esses livros nos ensinaram que não importa onde você foi criado, mas que pode escolher ser bondoso, leal, corajoso e verdadeiro. Eles nos ensinaram a ser fortes sob as pressões desse mundo e nos segurarmos no que acreditamos ser certo. Esses livros me ensinaram tanto, me mudaram como pessoa. Então só porque se passam num mundo fantasioso com protagonistas jovens não significa que seu valor é menos real.
Primeiro livro: Começa com o duplo homicídio de um casal de 21 anos e deixam seu bebê um órfão de guerra. Uma criança crescendo em condições abusivas que deixaria Cinderela horrorizada. Lidando com colegas e professores que eram valentões. A inconstância da fama (do queridinho da Grifinória para um pária). A ideia de que há coisas que valem a pena lutar e morrer por, ditas pela criança protagonista. Três crianças prontas para sacrificar suas vidas, e duas delas se machucando ao fazê-lo.
Segundo livro: O equivalente ao racismo com a atitude pró-sangue puro. Trama conduzida por uma menina de onze anos sendo preparada e depois usada por garoto mais velho charmoso e bonito. O desequilíbrio de poder e abuso inerente de escravidão. Fraude perpetuada ao roubar algo muito íntimo.
Terceiro livro: O equivalente ao preconceito contra pessoas com deficiência contra um adulto decente e bondoso que é considerado menos que humano porque possui uma doença que afeta seu comportamento certas vezes. Um sistema de justiça que é o oposto de justo. Promessas de retirar uma criança de ambiente abusivo não podem sempre ser cumpridas. O inocente sofre enquanto o culpado prospera.
Quarto livro: Mais inconstância da fama. Os privilegiados maltratando e debilitando menos favorecidos porque eles podem. Um mestre punindo uma escrava por causa de seu próprio erro, e a escrava culpando a si mesma. Um torneio esportivo que envolve risco mortal sendo torcido por espectadores. Um jovem rapaz maravilhoso sendo assassinado simplesmente porque estava no caminho. Um jovem garoto sendo torturado, humilhado e quase assassinado.
Quinto livro: TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) no protagonista. Depressão severa no padrinho do protagonista, causada por problemas mentais herdados e ser forçado a ficar na casa onde sofreu abuso. Uma tirana fanática que vive para esmagar a todos com seus sapatos, torturando um adolescente por contar a verdade em nome do governo (e tentando sugar sua alma também). A descoberta que seus ídolos podem ter "pés de argila" depois de tudo. Um esforço para salvar a vida de alguém querido e precioso e na verdade acabando por custar esta mesma vida. A perda de uma figura paterna e a culpa resultante.
Sexto livro: A ideia de que uma alma pode ser quebrada sem reparos. Drogas com o potencial para resultar em estupro são mostradas conseguindo exatamente isso em pelo menos um caso, resultando em uma gravidez. Chauvinismo bem intencionado tentando controlar a vida amorosa de uma jovem mulher. Preconceito internalizado resultando em recusar aquela que você ama, não por falta de amor, mas por medo de prejudicá-la. A mortalidade daqueles que parecem poderosos e maiores do que a própria vida.
Sétimo livro: Situações ruins podem ficar piores, ao ponto onde mesmo os privilegiados acabam sofrendo e com medo. Mais preconceito internalizado e
Então... ainda acha que Harry Potter uma série para crianças sem profundidade?"

Fonte: Tumblr. || Tradução bosta livre.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Eu não estou preparada pra perder você
Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu não estou preparada pra perder você. Eu nunca vou estar preparada pra perder você.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Catching Fire ♥
Acabei de assistir Em Chamas pela quarta vez, e assim como na primeira, continua sendo perfeito e me dando arrepios. A única diferença é que dessa vez eu não chorei, haha.
O motivo pelo qual eu demorei tanto pra postar meus sentimentos é que eu passei bastante tempo coletando gifs do filme, pra poder situar perfeitamente cada parte que eu queira.
Não me parece exatamente justo, mas vou começar falando sobre o que não teve. No livro temos Katniss começando a saber mais sobre o Distrito 13, que no filme eles simplesmente cuspiram na nossa cara no fim – o que na minha opinião foi uma das poucas falhas, já que para quem não leu os livros, a possibilidade da existência do D13 era completamente desconhecida. Um evento importante foi quando ela vai para a floresta, para o lago e para a cabine da floresta que ela costumava ir com o pai, e encontra duas refugiadas do Distrito 8 lá, Bonnie e Twill. Na verdade, é nesse momento que a semente da dúvida é plantada, quando as duas contam o que aconteceu por lá, porque elas fugiram e para onde estavam indo. Lhe apresentam evidências, etc. É importante, mas eu não vi como encaixar isso no filme, então não achei necessariamente ruim. Estava tão extasiada com o filme que nem dei falta. Mas ainda gostaria que tivessem introduzido o Distrito 13 antes.
O motivo pelo qual eu demorei tanto pra postar meus sentimentos é que eu passei bastante tempo coletando gifs do filme, pra poder situar perfeitamente cada parte que eu queira.
Não me parece exatamente justo, mas vou começar falando sobre o que não teve. No livro temos Katniss começando a saber mais sobre o Distrito 13, que no filme eles simplesmente cuspiram na nossa cara no fim – o que na minha opinião foi uma das poucas falhas, já que para quem não leu os livros, a possibilidade da existência do D13 era completamente desconhecida. Um evento importante foi quando ela vai para a floresta, para o lago e para a cabine da floresta que ela costumava ir com o pai, e encontra duas refugiadas do Distrito 8 lá, Bonnie e Twill. Na verdade, é nesse momento que a semente da dúvida é plantada, quando as duas contam o que aconteceu por lá, porque elas fugiram e para onde estavam indo. Lhe apresentam evidências, etc. É importante, mas eu não vi como encaixar isso no filme, então não achei necessariamente ruim. Estava tão extasiada com o filme que nem dei falta. Mas ainda gostaria que tivessem introduzido o Distrito 13 antes.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Princesa Mecânica
Acabei de traduzir por completo o livro Princesa Mecânica e, nesse momento, não há algo que me descreve melhor do que dizer que me sinto infinita. Não achava ser possível se identificar mais com um livro do que já fazia antes, mas aparentemente é e o fiz. Me pergunto se tradutores geralmente são acometidos por tais sentimentos ou se é uma coisa própria, totalmente e completamente minha. Talvez seja.
Já chorei com muitos livros. Nesse, chorei de tristeza, chorei de desespero, e uma coisa inédita: chorei de felicidade. Sim, já chorei com muitos livros. Mas de felicidade foi a primeira vez. Quanto ao choro, inclusive, é algo que eu gostaria de tratar num outro post, mas, no momento, tudo é Clockwork Princess e nada doi (mentira, tudo doi!).
“Porque você se deu o trabalho de traduzir o livro?” muitas pessoas me perguntaram. Bom, um dos maiores motivos é o fato de não ter previsão dele ser lançado em português e, muito menos, alguma tradução disponível, e eu queria muito, muito mesmo, que minha avó lesse. Me coloquei a traduzir assim que terminei de ler, e demorei – não tinha ideia do quão exaustivo seria traduzir um livro! Trabalhoso também. Mas devo admitir que demorei mais porque deixei de traduzir por vários dias. Foi trabalhoso e exaustivo, mas agora sinto falta. Minha avó me aconselhou a traduzir outro livro, mas não é do ato de traduzir que eu sinto falta. Eu sinto falta desse livro. Sinto falta desses personagens. Sinto falta dos meus amores, de uma forma que nem mesmo Harry Potter me fez sentir.
As Peças Infernais se tornou, definitivamente, uma das minhas séries/trilogias favoritas. Se compara a Jogos Vorazes no quesito “o que causou em mim”. Amo tanto, tanto, todos os personagens... Will. Oh, Will. Oh, meu Will. Não apenas o Will, mas me senti tão profundamente conectada com ele. E com a Tessa também. Ambos são como representações minhas... Talvez do que eu gostaria de ser, do que eu gostaria de ter, do que eu gostaria de conseguir. Como uma vez, no Príncipe Mecânico, disse meu querido Will Herondale:
“Foram os livros que me fizeram sentir que talvez eu não estava completamente sozinho. Eles poderiam ser honestos comigo, e eu com eles.”
Apesar de saber agora que em meados de novembro o livro será lançado aqui no Brasil, se alguém quiser lê-lo, traduzido com muito carinho e amor por mim, ficarei feliz em passar. Qualquer coisa é só me contatar no facebook ou no twitter (deixando claro que eu não estou ganhando nada com isso, e nem pretendo usar nada disso para fins comerciais). ;)
PS: Preparem-se para um Desafio de, possivelmente 30 dias, das Peças Infernais em breve, haha!
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Um homem só
As lágrimas secam e eu me esqueço
Que todo fim é sempre um outro começo
Tantas palavras, tantos arranhões
Transformando milagres em desilusões
Quando a noite cai eu volto aqui onde sempre estou
Quando o sol se vai eu volto a ser o que sempre sou:
Um homem só, um homem só
Amar é viver desaprendendo
Eu nunca espero nem me arrependo
Falando a verdade sem motivo
Revelando o segredo por trás do sorriso
Quando a noite cai eu volto aqui onde sempre estou
Quando o sol se vai eu volto a ser o que sempre sou:
Um homem só, um homem só
Quando a noite cai eu volto aqui onde sempre estou
Quando o sol se vai eu volto a ser o que sempre sou:
Um homem só, um homem só
“Um Homem Só”, Capital Inicial.
R.I.P.
Marcus Vinícius da Costa
★ 17/09/1963
★ 17/09/1963
✝ 24/05/2007
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Palavras insuficientes
Hoje esse carinha aí completa 10 anos. Wow. Eu, que leio e escrevo tanto, me torno incapaz de organizar palavras quando mais preciso. O que eu poderia dizer? Que sinto sua falta? Sim, muito. Que amo você? Bastante. Que pelos curtos minutos que conversamos você me surpreendeu com sua esperteza e maturidade? Sim, incrivelmente. Você não é mais aquele menininho avoado de cabeça enorme que deixou a minha casa alguns anos atrás, você cresceu. Gostaria de ter crescido com você, acompanhado todo seu desenvolvimento, rido das suas palhaçadas e, claro, te sacaneado muito. Mas sabe, nenhuma dessas palavras me parecem válidas, suficientes. Eu amo você, Juninho. Sinto sua falta. Sempre.
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